Atrapalhada,sem noção de espaço,engraçada,esquecida,distraída.
Cheia de gírias,totalmente do bem,faz o melhor canelone do mundo e molho de salada com mostarda e limão.
Fala sem parar,gesticula,não enxerga maldade.Nunca.
Despreendida,alegre,nunca passa despercebida,também não acredita em Deus.
Uma bolsa cheia de histórias pra contar, dupla cidadania européia nos documentos.
Canceriana daquelas de esquecer as chaves,a consumação,a identidade em festa rave.
Amante e devota do sol,vivendo abaixo do nublado céu londrino.E rindo.
Capaz de esquecer a cabeça se não estivesse grudada no pescoço,mas capaz de lembrar detalhes de todas as histórias chatas,aborrecidas,tristes,e enfadonhas que alguém por acaso quisesse contar as 3 horas da matina de uma sexta-feira.
Ela dança,ri,sofre,chora.
A gente que escolhe dela o seu estado de humor.
Aquele que mais nos convier.
Por que ela pode ser todas as amigas do mundo,numa só.
E ainda assim,ser sempre a mesma.
Do mundo,de Londres,de Nóia,da Irene e da Frida.
E minha também.
Minha lembrança e certeza de um grande laço,mesmo que lá do outro lado do oceano.
Apesar de tudo,e apesar de nada.
Apesar das coisas que eu tenha dito,e apesar de tudo que deixei de falar.
Sofrooooo Masterrrr de saudade,amiga.
See you soon,right?
Acima ou abaixo da linha do Equador.
Whatever.
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