terça-feira, 28 de julho de 2009

Acasúva

Minha amiga Nina Fleck,esposa do Marcelinho é professora e das buenas.
Trabalha com criancinhas pequeninhas,e que portanto,são fontes de histórias engraçadíssimas.
Diz ela que certa feita estava com seus aluninhos pitocos escutando músicas e comentando à respeito.
E que então,um de seus pimpolhos começou a dizer que gostava do Acasúva.
Minha amiga Nina tentando entender que grupo era este,tentando decifrar que música podia ser ou algo do gênero,enche de perguntas a "ferinha",que balançava a cabeça e dizia:
-Não Tia Carol,não é esta música.É aquela do Acasúva....
A Nina curiosa tenta cantar alguns trechos mas o menino ansioso apenas dizia que não era nada daquilo que a tia estava cantando.
Então minha amiga acaba por pedir ao aluninho que cante a música que ele tanto gosta e ele suspirando começa:
-Aquela Tia que é assim ó: O acasúvai me proteger enquanto eu andar "distaído"....
(Amei esta história)

PS:que saudade dos meus tenros aninhos de idade.....

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Véspera

Enquanto bolo textos mil para suprir a sede de blog da Senhorita Dexheimer,deixo com vocês o texto do meu amigo e baita gremista: Leonardo Fleck,que escreve para o site Grêmio Copero.
Site este que tu acessa clicando no link ai no canto direito do meu blog.
Sou tricolor de Porto Alegre,minha alma é azul celeste.
Então,na véspera,eu não poderia deixar este espaço em branco.
Lá vai,com vocês:
Leonardo Fleck


Ninguém ganha do Grêmio sem passar por Porto Alegre!

Senhoras, senhores. Irmãos nas três cores, quinta-feira chegará em poucas horas. É dia de Batalha.
Amanhã, quando sair a campo o Grêmio, sairá a campo O Grêmio. Inteiro. O Grêmio das causas impossíveis diante de uma causa possível. O Grêmio e suas três cores sagradas. O Grêmio e sua fanática torcida berrando por classificação, famintos de copa. O Grêmio de hoje, o de amanhã e, sobre todos eles, o Grêmio de desde sempre. Místico, barreiro, encardido, peleador, comedor de grama. O Grêmio com sangue no olho, o Grêmio cão que já provou gosto de carne vermelha. O Grêmio gaúcho. O Grêmio terra de fronteira. O Grêmio grosso, tosco, destemido. O Grêmio do frio, do inverno, da guerra por liberdade. O Grêmio Farroupilha. O Grêmio da Azenha, do Olímpico Monumental, de Porto Alegre, do Rio Grande. O Grêmio Portaluppi, Grêmio Lara, Grêmio Dinho. O Grêmio-sangue de De León. O Grêmio cisplatino. O Grêmio Felipão. O Grêmio futebol-arte pra gremista ver. O Grêmio-rugbier pro Brasil odiar pela tevê. O Grêmio que desafia a lógica e vence. Que se impõe na dificuldade, na adversidade, que se impõe com futebol mas, que se preciso for, que se impõe pela força, que problema há? O Grêmio de nossos amores, o Grêmio objeto da nossa maior constância nessa vida, ser gremista.
Se não for pra cantar, veja pela tevê, entregue teu ingresso prum amigo. Se não for com o espírito enxarcado de confiança, veja pela tevê, entregue teu ingresso prum amigo. Se não for pra vencer, assuma-se vermelho.
Vá em paz. Que a guerra se faça dentro de campo! Ninguém vence o Grêmio sem passar por Porto Alegre.