sábado, 25 de outubro de 2008

Presente do Scheid para este pavão

Tenho um grande,um baita,um mega amigo chamado André Scheid.
E este guri me deu um lindo presente nesta tarde chuvosa de sábado.
Confesso que este pavão está muito lisonjeado.
Precisei compartilhar com vocês porque ainda por cima,ele escreve muito bem!
Obrigada meu Querido Dé,você não existe.


Soneto para meu “pavão”

Réplica explosiva, desvairada e às vezes até sem razão
Independente do humor se faz tomada pela ternura
Sempre suave, como da tua desejável pele é a textura
O labirinto do teu olhar em constante doação ao perdão
Perco-me nos infindáveis caminhos da tua fala e mãos
Carregando-me aos consolos, ainda que tenhas dúvidas
Faz-se certeza a tua palavra de luz a minha escura
Para aliviar de mim qualquer tipo de desilusão
Zela pelo sentimento mais valioso do universo
Ainda que os supérfluos tentem em vão embaçar
Deixa quem a rodeia em uma constante aquarela
Não se culpa uma estrela pelo seu próprio brilho
Nem a um pavão pelas cores das suas belas penas
Tão pouco a ela, pela própria beleza de ser bela



Esse é um poema que fiz para um “pavão” amigo que sempre transforma as tempestades da minha vida em mares caribenhos. Nanda, obrigado por seres minha amiga e deixares o mundo bem menos chato. Como tu mesma dizes, “um beijo e um queijo” pra ti.

5 comentários:

Renata Miranda disse...

´Pôxa!!! Que lindo!!! Ninguém nunca escreveu um desses pra mim
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Gegé de Miranda disse...

nem pra mim! Lindo versejar! E acho q ele traduziu bem como tu és! Bjãoo

Dai disse...

Parabéns pelo seu amigo...um dos mais lindos sonetos que já vi.
Adorei.
Muitos lindos dias, nanda.
Bjoo

Anônimo disse...

parabéns Pavão! vc merece

Régia disse...

Eu quero um também =p
Bjoca!